A Electronic Arts declarou um prejuízo de US$ 1,01 bilhão em seu último ano fiscal, que se encerrou em 31 de março - o dobro do ano anterior quando a empresa fechou com US$ 454 milhões de saldo negativo. Entretanto, as vendas da empresa aumentaram na comparação ano-a-ano, com sua arrecadação subindo para US$ 4,21 bilhões, aumento de 15%. Especificamente sobre o último trimestre (1º de janeiro a 31 de março), a empresa obteve US$ 860 milhões em vendas, quase 24% a menos que o mesmo período no ano anterior quando a receita foi de US$ 1,13 bilhão. O prejuízo operacional foi de US$ 42 milhões, uma melhora quando comparado aos US$ 94 milhões perdidos no mesmo período do ano anterior. "Skate 2", "Rock Band 2", "The Lord of the Rings: Conquest", "Left 4 Dead" e "Need for Speed: Undercover" foram os principais responsáveis pela arrecadação da companhia, embora os executivos tenham reconhecido que o gênero musical ficou mais "calmo", o que os fez reduzir suas expectativas para o setor. Especificamente sobre os títulos, a empresa disse que "The Lord of the Rings: Conquest" da Pandemic alcançou a simbólica marca de um milhão de unidades vendidas enquanto a base de jogadores de "Warhammer Online" chegou a 300 mil. Atualmente, a empresa está desenvolvendo 30 títulos para o iPhone da Apple, e a empresa acredita que dez de seus jogos de Wii a serem lançados neste ano fiscal serão bem sucedidos em vendas.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Nintendo DS terá remakes de jogos para Game Boy
Rumores indicavam a produção de remakes de "Pokémon Gold" e "Silver" e agora a Nintendo do Japão confirmou: releituras dos jogos estão em produção para Nintendo DS. Intitulados "Pokémon Heart Gold" e "Pokémon Soul Silver", os jogos comemoram os dez anos de lançamentos dos títulos originais para Game Boy. A exemplo de "Pokémon Red" e "Pokémon Green", remakes dos primeiros episódios da série, os títulos apresentam visual melhorado e elementos extras ainda não revelados. Os títulos fazem parte da segunda geração da linha canônica da série, depois de "Pokémon Red" e "Blue". A história acontece três anos depois deste, com 101 novas espécies de monstrinhos, totalizando 251 pokémons. Além disso, muitas raças ganharam gêneros, e podem produzir ovos. Outras novidades incluem uma integração com o relógio interno, permitindo que o jogo reflita o horário do mundo real. Existem eventos que só acontecem em determinadas faixas de horário e dia da semana. "Pokémon Gold", "Silver" e "Crystal" (também da mesma geração) venderam mais de 23 milhões de cópias. Os remakes para Nintendo DS chegam no final do ano no Japão e nada ainda foi comentado sobre lançamento no ocidente.
Capcom planeja lançar entre 20 a 40 títulos na PSN
A Capcom, casa de "Mega Man", "Street Fighter" e outros títulos, planeja aumentar seu leque de títulos disponibilizados na PlayStation Network. A informação vem de Chris Kramer, diretor de comunicação da produtora, que confirma o interesse da empresa em ouvir o que os fãs querem em relação a quais títulos lançarem, principalmente das franquias mais famosas.
"Estamos, definitivamente, interessados em lançar títulos como 'Street Fighter' e 'Resident Evil'", disse Kramer. "Planejamos montar uma lista de diversos jogos que temos em mente, e daí publicar em nossa comunidade Capcom Unity e deixar que as pessoas votem".
"Atualmente pensamos em trazer entre 20 e 40 títulos para a PSN nos próximos meses, incluindo jogos de PS1 e PSP", finalizou.
"Estamos, definitivamente, interessados em lançar títulos como 'Street Fighter' e 'Resident Evil'", disse Kramer. "Planejamos montar uma lista de diversos jogos que temos em mente, e daí publicar em nossa comunidade Capcom Unity e deixar que as pessoas votem".
"Atualmente pensamos em trazer entre 20 e 40 títulos para a PSN nos próximos meses, incluindo jogos de PS1 e PSP", finalizou.
'Patch' de "Assassin's Creed II" corrige erro fatal
Imagine você, comprar um jogo, correr para terminá-lo e, de repente, ver que o jogo não avança devido a um erro de programação. Muitas pessoas sofreram com isso em "Assassin's Creed II", e a Ubisoft finalmente está oferecendo a solução definitiva.
A empresa disponibilizou para download uma correção que elimina não só esse hediondo problema, mas também faz algumas melhorias no título. E para terminar, a empresa adiciona o suporte a áudio 5.1 LPCM ao game. Para atualizar o game, basta iniciá-lo conectado à internet.
Ambientado na cidade de Veneza, na Itália, dois séculos após o capítulo original, "Assassin's Creed II" centra-se na história de Ezio Auditore de Firenze, um jovem da nobreza italiana e o grande assassino da continuação. A nova aventura traz mais variedade - o aspecto mais criticado no capítulo original - e utiliza vários pontos famosos da cidade das gôndolas como referência, entre eles o ateliê de Da Vinci, a Basilica di San Marco e Ponte di Rialto.
Acompanhando a evolução, Ezio conta com habilidades e armas superiores às de Altair, protagonista do primeiro game, como surpreender inimigos sem despertar suspeitas enquanto estiver camuflado na multidão - como acontecia entre os monges no original. Ezio carrega duas lâminas ocultas - a principal arma usada por Altair - além de poder usar machados, maças, lanças e dois tipos diferentes de espadas.
ROCKSMITH VAI UTILIZAR GUITARRA DE VERDADE EM JOGO
A produtora Ubisoft vai inovar mais uma vez com o jogo, Rocksmith. Previsto para ser lançado ainda este ano o título vai utilizar um instrumento de verdade como controle. O game virá com um adaptador que deverá ser ligado na entrada USB do console e o outro deve ser plugado em qualquer guitarra elétrica. Esse será o primeiro jogo da história a utilizar uma guitarra real como comando.
Para agradar ainda mais os roqueiros, Rocksmith virá com uma vasta seleção de músicas que vão desde de clássicos dos Rolling Stones até sucessos recentes de bandas como a Interpol. Rocksmith será lançado para os consoles do Xbox e PlayStation e tem previsão de chegar às lojas segundo semestre.
BEYOND GOOD & EVIL HD CHEGA NA PSN EM MAIO
A trama aqui é centrada em Jade, uma repórter fotográfica especializada em retratar a vida selvagem, de forma que possa manter funcionando um orfanato. Conforme a história progride, a moça acaba batendo de frente com extraterrestres perversos conhecidos como DomZ e com um governo francamente tirânico.
No game o jogador controla a jovem fotógrafa e jornalista Jade, que parte para uma jornada que combina elementos de ação e aventura. A trama fala da descoberta de uma conspiração envolvendo uma invasão alienígena que, aparentemente, não é bem o que parece.
Para celebrar a ocasião, a Ubisoft anunciou que todos os que comprarem o jogo nas duas primeiras semanas de comercialização receberão, gratuitamente, um avatar dos personagens Jade ou Pey'j para usar na PlayStation Network.Depois de quase um mês disponível no Xbox 360, a Sony anunciou que o remake “Beyond Good & Evil HD” chegará em maio na PSN.
O jogo é um clássico da época do PlayStation 2/Xbox/Gamecube. Lançado para todos os três consoles, o misto de plataforma, ação e personagens cativantes garantiram o lugar de “Beyond Good & Evil” nas páginas da História dos games – mesmo que não tenha surtido o mesmo efeito nas prateleiras de lojas.
Para aqueles que comprarem o game no serviço dentro das primeiras duas semanas depois do lançamento, a Sony disponibilizará avatares exclusivos para uso na PSN.
Sem o 'oficial' no Brasil, jogadores pagam até R$ 900 por Nintendo 3DS importado
Quanto custa um Nintendo 3DS no Brasil? Em que lojas encontrar? Infelizmente, ninguém sabe ainda. Enquanto isso, o mercado paralelo faz a festa e apresenta-se como solução para quem não aguenta (ou quer) esperar pela chegada oficial do portátil ao país - muito embora o 3DS já esteja disponível no Japão desde fevereiro e na Europa e EUA desde o fim de março.
Contudo, isso não impede que os fãs da empresa por aqui deem um jeito de colocar as mãos no aparelho já nesta semana. No centro de São Paulo, por exemplo, perto do Viaduto Santa Efigênia, local conhecido pelas dezenas de lojas abarrotadas de aparelhos eletrônicos à venda, é possível encontrar o Nintendo 3DS por cerca de R$ 900 - tanto na versão japonesa quanto americana, e até nas duas cores lançadas, Aqua Blue e Cosmo Black.
Nos EUA, o videogame é vendido pelo preço de US$ 250 e os aparelhos contam com trava de região, ou seja, videogames japoneses funcionam apenas com cartuchos do país, valendo o mesmo para as edições europeias e americanas.
"Comprei de um importador de jogos que já tinha disponível no dia seguinte ao lançamento, pois já havia reservado dinheiro para tal aquisição", conta Rodrigo Maruf, de 31 anos. "Queria ser um dos primeiros a testar a novidade. Como sempre no Brasil somos deixados por último, então não quis esperar a Nintendo anunciar uma data de lançamento nacional".
Até mesmo o pessoal da redação de UOL Jogos não aguentou a ansiedade: o redator Pablo Raphael decidiu importar por conta própria um Nintendo 3DS. "Fiz compra antecipada em uma loja nos Estados Unidos e pedi para um amigo de lá me enviar. Imaginei que o produto chegaria com preço salgado no Brasil e poderia demorar para entrar oficialmente no mercado nacional", comenta Pablo. "Paguei um preço que considero justo e, mesmo com as taxas, provavelmente vai sair mais barato do que por aqui".
Nintendo 3DS e o Brasil
Enquanto isso, a Nintendo continua sem nenhuma informação oficial para divulgar sobre o lançamento do aparelho no Brasil. Em janeiro, no evento em que a empresa anunciou a data de lançamento do 3DS nos EUA para 27 de março, Bill van Zyll, gerente geral da Nintendo para a América Latina, manifestou interesse de tentar lançamento simultâneo, o que não aconteceu.
Algumas diferenças do Nintendo 3DS brasileiro para o norte-americano incluem o selo de homologação da Anatel, obrigatório por se tratar de um aparelho com tecnologia WiFi, e tomada no novo padrão brasileiro - aquele com três pinos. O processo de importação do aparelho para o Brasil está a cargo da Gaming do Brasil, antiga Latame, que atua como importadora oficial da Big N no país.
Vale lembrar, o videogame oferece português do Brasil como idioma, mas também está disponível na versão gringa do aparelho, que também conta com inglês, francês e espanhol como opções.
assista esse video ao lado:
Contudo, isso não impede que os fãs da empresa por aqui deem um jeito de colocar as mãos no aparelho já nesta semana. No centro de São Paulo, por exemplo, perto do Viaduto Santa Efigênia, local conhecido pelas dezenas de lojas abarrotadas de aparelhos eletrônicos à venda, é possível encontrar o Nintendo 3DS por cerca de R$ 900 - tanto na versão japonesa quanto americana, e até nas duas cores lançadas, Aqua Blue e Cosmo Black.
Nos EUA, o videogame é vendido pelo preço de US$ 250 e os aparelhos contam com trava de região, ou seja, videogames japoneses funcionam apenas com cartuchos do país, valendo o mesmo para as edições europeias e americanas.
"Comprei de um importador de jogos que já tinha disponível no dia seguinte ao lançamento, pois já havia reservado dinheiro para tal aquisição", conta Rodrigo Maruf, de 31 anos. "Queria ser um dos primeiros a testar a novidade. Como sempre no Brasil somos deixados por último, então não quis esperar a Nintendo anunciar uma data de lançamento nacional".
Até mesmo o pessoal da redação de UOL Jogos não aguentou a ansiedade: o redator Pablo Raphael decidiu importar por conta própria um Nintendo 3DS. "Fiz compra antecipada em uma loja nos Estados Unidos e pedi para um amigo de lá me enviar. Imaginei que o produto chegaria com preço salgado no Brasil e poderia demorar para entrar oficialmente no mercado nacional", comenta Pablo. "Paguei um preço que considero justo e, mesmo com as taxas, provavelmente vai sair mais barato do que por aqui".
Nintendo 3DS e o Brasil
Enquanto isso, a Nintendo continua sem nenhuma informação oficial para divulgar sobre o lançamento do aparelho no Brasil. Em janeiro, no evento em que a empresa anunciou a data de lançamento do 3DS nos EUA para 27 de março, Bill van Zyll, gerente geral da Nintendo para a América Latina, manifestou interesse de tentar lançamento simultâneo, o que não aconteceu.
Algumas diferenças do Nintendo 3DS brasileiro para o norte-americano incluem o selo de homologação da Anatel, obrigatório por se tratar de um aparelho com tecnologia WiFi, e tomada no novo padrão brasileiro - aquele com três pinos. O processo de importação do aparelho para o Brasil está a cargo da Gaming do Brasil, antiga Latame, que atua como importadora oficial da Big N no país.
Vale lembrar, o videogame oferece português do Brasil como idioma, mas também está disponível na versão gringa do aparelho, que também conta com inglês, francês e espanhol como opções.
assista esse video ao lado:
Dragon Age 2
A canadense BioWare já conquistou seu lugar entre as principais produtoras de RPGs deste lado do globo, com games como "Knights of the Old Republic", e, claro, "Mass Effect". O universo de "Dragon Age", introduzido em 2009, bebe em uma fonte mais antiga e é considerado por muitos, o sucessor espiritual de "Baldur's Gate", clássico de fantasia medieval nos computadores.
Lançado em 2009, "Origins" introduziu o mundo de Thedas e a guerra entre os cavaleiros Grey Warden e os Darkspawn, demônios decididos à dominar o mundo. O charme do jogo estava nos vários prelúdios possíveis, que mudavam de acordo com a escolha de raça e classe do jogador, como em um RPG "de mesa", ao estilo "Dungeons & Dragons". Várias expansões depois, chega "Dragon Age 2", uma continuação que, mesmo com algumas falhas, eleva o nível da aventura de fantasia épica da BioWare.
De refugiado à campeão
A principal diferença entre "Origins" e "Dragon Age 2" está no escopo da história: no primeiro jogo, o herói não era tanto o personagem principal, mas sim um coadjuvante importante no desenrolar dos eventos. Em "Dragon Age 2", a aventura é sobre Hawke, o herói controlado por você.
Você pode escolher o sexo, a classe - mago, guerreiro ou ladino - e a aparência de Hawke, mas isso é tudo. Seu passado, como refugiado de Ferelden, sua família e suas motivações iniciais são pré-definidas. Melhor ainda, Hawke fala, diferente do herói mudo do jogo anterior.
O herói pré-definido parece uma limitação, mas é na verdade o maior mérito de "Dragon Age 2". O personagem é melhor desenvolvido, tanto em sua história pessoal - a ascensão de Hawke, de refugiado à campeão de Kirkwall - quanto em sua relação com os outros aventureiros, que pode evoluir e terminar em romance, grandes amizades ou mesmo em rivalidade.
Nesse sentido, "Dragon Age II" é muito parecido com "Mass Effect", e os jogadores ganham com isso, ao lidar com personagens mais interessantes e envolventes. A semelhança com "Mass Effect" fica clara no sistema de diálogos, em que um disco apresenta várias opções, com frases que sugerem o que Hawke vai dizer. O game inclusive aprimora esse sistema, com ícones que indicam o sentido geral da frase, se a fala será gentil, rude, uma piada, uma cantada ou uma mentira, entre outras possibilidades.
veja esse video ao lado e me diga o que acha.
Lançado em 2009, "Origins" introduziu o mundo de Thedas e a guerra entre os cavaleiros Grey Warden e os Darkspawn, demônios decididos à dominar o mundo. O charme do jogo estava nos vários prelúdios possíveis, que mudavam de acordo com a escolha de raça e classe do jogador, como em um RPG "de mesa", ao estilo "Dungeons & Dragons". Várias expansões depois, chega "Dragon Age 2", uma continuação que, mesmo com algumas falhas, eleva o nível da aventura de fantasia épica da BioWare.
De refugiado à campeão
A principal diferença entre "Origins" e "Dragon Age 2" está no escopo da história: no primeiro jogo, o herói não era tanto o personagem principal, mas sim um coadjuvante importante no desenrolar dos eventos. Em "Dragon Age 2", a aventura é sobre Hawke, o herói controlado por você.
Você pode escolher o sexo, a classe - mago, guerreiro ou ladino - e a aparência de Hawke, mas isso é tudo. Seu passado, como refugiado de Ferelden, sua família e suas motivações iniciais são pré-definidas. Melhor ainda, Hawke fala, diferente do herói mudo do jogo anterior.
O herói pré-definido parece uma limitação, mas é na verdade o maior mérito de "Dragon Age 2". O personagem é melhor desenvolvido, tanto em sua história pessoal - a ascensão de Hawke, de refugiado à campeão de Kirkwall - quanto em sua relação com os outros aventureiros, que pode evoluir e terminar em romance, grandes amizades ou mesmo em rivalidade.
Nesse sentido, "Dragon Age II" é muito parecido com "Mass Effect", e os jogadores ganham com isso, ao lidar com personagens mais interessantes e envolventes. A semelhança com "Mass Effect" fica clara no sistema de diálogos, em que um disco apresenta várias opções, com frases que sugerem o que Hawke vai dizer. O game inclusive aprimora esse sistema, com ícones que indicam o sentido geral da frase, se a fala será gentil, rude, uma piada, uma cantada ou uma mentira, entre outras possibilidades.
veja esse video ao lado e me diga o que acha.
Warner vai cobrar 'pedágio' para modo online de cópias usadas de "Mortal Kombat"
A cada dia se torna menos rentável adquirir uma cópia usada de um jogo que conta com opção para partidas online, já que está se tornando cada vez mais comum ter que pagar para aproveitar esta modalidade. E é exatamente isso que os proprietários de uma versão "de segunda mão" de "Mortal Kombat" terão que fazer.
Em um e-mail enviado para vendedores, a Warner Bros. anunciou que as cópias usadas de "Mortal Kombat" darão acesso ao modo online por apenas dois dias, sendo preciso adquirir um passe online posteriormente. O valor do item é de US$ 10 na versão para PlayStation 3, o equivalente a 800 MS Points na edição para Xbox 360.
A venda de passe online tem se tornado uma forma de diminuir a comercialização de jogos usados. Recentemente, a THQ fez o mesmo em "Homefront", sendo que no game de tiro a evolução do personagem na modalidade multiplayer é limitada para os que não possuem o código de acesso.
A volta dos fatalities
Em desenvolvimento para Playstation 3 e Xbox 360, "Mortal Kombat" sai nos EUA em 19 de abril e está aos cuidados do recém-criado NetherRealm Studios, formado por ex-funcionários da Midway e supervisionado pelo criador da série e diretor Ed Boon.
O novo capítulo da franquia de lutas sangrentas retornará com conteúdo maduro, diferente da última vertente que teve a participação de heróis e vilões da DC e foi classificado como um game para jogadores com mais de 13 anos.
O nono "Mortal Kombat" chega com a promessa de combates ainda mais sangrentos, trazendo uma "reinvenção de seu clássico mecanismo 2D de luta", segundo a Warner, e os fatalities, as famosas execuções que são marca registrada da franquia.
Em um e-mail enviado para vendedores, a Warner Bros. anunciou que as cópias usadas de "Mortal Kombat" darão acesso ao modo online por apenas dois dias, sendo preciso adquirir um passe online posteriormente. O valor do item é de US$ 10 na versão para PlayStation 3, o equivalente a 800 MS Points na edição para Xbox 360.
A venda de passe online tem se tornado uma forma de diminuir a comercialização de jogos usados. Recentemente, a THQ fez o mesmo em "Homefront", sendo que no game de tiro a evolução do personagem na modalidade multiplayer é limitada para os que não possuem o código de acesso.
A volta dos fatalities
Em desenvolvimento para Playstation 3 e Xbox 360, "Mortal Kombat" sai nos EUA em 19 de abril e está aos cuidados do recém-criado NetherRealm Studios, formado por ex-funcionários da Midway e supervisionado pelo criador da série e diretor Ed Boon.
O novo capítulo da franquia de lutas sangrentas retornará com conteúdo maduro, diferente da última vertente que teve a participação de heróis e vilões da DC e foi classificado como um game para jogadores com mais de 13 anos.
O nono "Mortal Kombat" chega com a promessa de combates ainda mais sangrentos, trazendo uma "reinvenção de seu clássico mecanismo 2D de luta", segundo a Warner, e os fatalities, as famosas execuções que são marca registrada da franquia.
Eles jogam seus games e veem seus filmes e novelas: entenda como funciona a Classificação Indicativa
Ainda hoje em dia, a influência de jogos eletrônicos na formação de crianças e adolescentes é tema de debates acalorados e sem muitas conclusões.
Enquanto o mercado norte-americano tem desde 1994 a Entertainment Software Rating Board (ESRB), órgão sem fins lucrativos que avalia e indica a idade recomenada para games, o Brasil conta há 10 anos com a Classificação Indicativa, departamento do Ministério da Justiça que realiza função similar.
"Ela é uma previsão da Constituição Federal e também do Estatuto da Criança e do Adolescente, a função é fornecer informações pros pais, crianças e adolescente sobre o que existe em uma obra audiovisual, seja de cinema, televisão ou mesmo jogos eletrônicos", explica Davi Pires, Diretor do Departamento de Classificação Indicativa.
Ou seja, diferente do ESRB, que é empresa privada e cuida apenas de jogos, aqui no Brasil trata-se de um órgão federal que lida com todo tipo de produto audiovisual.
Em média, a equipe analisa cerca de 10 mil obras por ano e é formada por pessoas de formações diversas, como pedagogos e advogados - todos servidores concursados, contratados por meio concurso público, sendo que há também estagiários auxiliando no processo.
Para jogos, por exemplo, o departamento possui 20 dias úteis para emitir a classificação, mas atualmente tem conseguido realizar o trabalho em apenas cinco dias.
Enquanto o mercado norte-americano tem desde 1994 a Entertainment Software Rating Board (ESRB), órgão sem fins lucrativos que avalia e indica a idade recomenada para games, o Brasil conta há 10 anos com a Classificação Indicativa, departamento do Ministério da Justiça que realiza função similar.
"Ela é uma previsão da Constituição Federal e também do Estatuto da Criança e do Adolescente, a função é fornecer informações pros pais, crianças e adolescente sobre o que existe em uma obra audiovisual, seja de cinema, televisão ou mesmo jogos eletrônicos", explica Davi Pires, Diretor do Departamento de Classificação Indicativa.
Ou seja, diferente do ESRB, que é empresa privada e cuida apenas de jogos, aqui no Brasil trata-se de um órgão federal que lida com todo tipo de produto audiovisual.
Em média, a equipe analisa cerca de 10 mil obras por ano e é formada por pessoas de formações diversas, como pedagogos e advogados - todos servidores concursados, contratados por meio concurso público, sendo que há também estagiários auxiliando no processo.
Para jogos, por exemplo, o departamento possui 20 dias úteis para emitir a classificação, mas atualmente tem conseguido realizar o trabalho em apenas cinco dias.
Especial: a trajetória de "Resident Evil" e o horror nos videogames
Parece que foi ontem, mas aquele susto inesquecível protagonizado pelos cachorros zumbis no escuro corredor da Mansão Spencer aconteceu há 15 anos (mais precisamente em 22 de março de 1996 no Japão e no dia 30 nos Estados Unidos).
Criada pela Capcom, a série "Resident Evil" se tornou um marco na história do videogame com elementos de horror. Sua narrativa complexa e aterrorizante, seus zumbis e criaturas geneticamente modificadas, seu visual único com câmeras fixas em cenários pré-renderizados e sua trilha sonora horripilante marcaram uma geração de jogadores e inspiraram incontáveis jogos de terror.
O sucesso foi tanto que "Resident Evil" se tornou um ícone pop, se popularizando cada vez mais em diversas mídias que ultrapassaram os limites do pixel: além de livros para explicar e estreitar os espaços deixados pela narrativa dos jogos, também ganhou uma diferente perspectiva nos cinemas e - apesar das críticas de fãs da série devido a inconsistência do roteiro e personagens desconectados com a trama original -, os longas-metragens se tornaram sucessos de bilheteria, popularizando a franquia também ao público que nunca jogou videogame.
Nas próximas páginas, UOL Jogos conta as origens de "Resident Evil" e como sua contribuição mais marcante, o apelo do terror, influenciou - e continua inspirando - os games que vieram depois das horripilantes aventuras em Raccoon City.
Criada pela Capcom, a série "Resident Evil" se tornou um marco na história do videogame com elementos de horror. Sua narrativa complexa e aterrorizante, seus zumbis e criaturas geneticamente modificadas, seu visual único com câmeras fixas em cenários pré-renderizados e sua trilha sonora horripilante marcaram uma geração de jogadores e inspiraram incontáveis jogos de terror.
O sucesso foi tanto que "Resident Evil" se tornou um ícone pop, se popularizando cada vez mais em diversas mídias que ultrapassaram os limites do pixel: além de livros para explicar e estreitar os espaços deixados pela narrativa dos jogos, também ganhou uma diferente perspectiva nos cinemas e - apesar das críticas de fãs da série devido a inconsistência do roteiro e personagens desconectados com a trama original -, os longas-metragens se tornaram sucessos de bilheteria, popularizando a franquia também ao público que nunca jogou videogame.
Nas próximas páginas, UOL Jogos conta as origens de "Resident Evil" e como sua contribuição mais marcante, o apelo do terror, influenciou - e continua inspirando - os games que vieram depois das horripilantes aventuras em Raccoon City.
Pior do que está não fica? Tiririca vira game para Facebook
O deputado federal Francisco Everardo Oliveira Silva, mais conhecido como Tiririca, agora é a estrela principal de um jogo na rede social Facebook. É o "Jogo do Tiririca", no qual objetivo é levar o personagem do sertão de Itapipoca até o Planalto Central.
O game foi feito em parceria com a Inquietos, uma empresa de gerência de projetos voltados para o entretenimento. O objetivo é utilizá-lo para divulgar o site Política para Iniciantes, que mistura política e humor.
"Foi um trabalho independente, não chegamos a falar com o Tiririca", explica Leonardo Maia, um dos três sócios da Iterum Game Studio, desenvolvedora carioca responsável pela produção do game. "Eu espero que ele leve na brincadeira, como ele vem brincando com os fatos sobre ele mesmo e sua atuação na política", completa.
Mas Maia faz questão de ressaltar que a ideia não foi "sacanear" o político: "Só pegamos o tema do palhaço na política e colocamos algumas referências sobre o assunto, como o desafio de [o Tiririca] assinar o próprio nome", conta Maia.
Foram necessárias duas semanas para finalizar o jogo, que foi lançado na noite da última segunda-feira (28). Para conhecer o game clique aqui.
Política para Iniciantes
O "Jogo do Tiririca" usa a fórmula consagrada dos games de plataforma: no comando do agora nobre deputado, Francisco Everardo Oliveira Silva deve percorrer um caminho espinhoso - repleto de funcionários fantasmas, tucanos e estrelas vermelhas - para pegar as letras que formam sua assinatura. O partido do governo é invencível, mas as aves e as assombrações podem ser derrotadas pulando em cima ou jogando laranjas.
O game foi feito em parceria com a Inquietos, uma empresa de gerência de projetos voltados para o entretenimento. O objetivo é utilizá-lo para divulgar o site Política para Iniciantes, que mistura política e humor.
"Foi um trabalho independente, não chegamos a falar com o Tiririca", explica Leonardo Maia, um dos três sócios da Iterum Game Studio, desenvolvedora carioca responsável pela produção do game. "Eu espero que ele leve na brincadeira, como ele vem brincando com os fatos sobre ele mesmo e sua atuação na política", completa.
Mas Maia faz questão de ressaltar que a ideia não foi "sacanear" o político: "Só pegamos o tema do palhaço na política e colocamos algumas referências sobre o assunto, como o desafio de [o Tiririca] assinar o próprio nome", conta Maia.
Foram necessárias duas semanas para finalizar o jogo, que foi lançado na noite da última segunda-feira (28). Para conhecer o game clique aqui.
Política para Iniciantes
O "Jogo do Tiririca" usa a fórmula consagrada dos games de plataforma: no comando do agora nobre deputado, Francisco Everardo Oliveira Silva deve percorrer um caminho espinhoso - repleto de funcionários fantasmas, tucanos e estrelas vermelhas - para pegar as letras que formam sua assinatura. O partido do governo é invencível, mas as aves e as assombrações podem ser derrotadas pulando em cima ou jogando laranjas.
terça-feira, 29 de março de 2011
Segundo especialistas, peças do Nintendo 3DS custam US$ 101
Quanto custa para fabricar um Nintendo 3DS? Segundo a equipe do site UBM TechInsights US$ 101. Para chegar a este valor, os especialistas desmontaram o portátil e conferiram tudo o que está dentro do portátil e analizando o conteúdo desses materiais no mercado.
Ainda segundo informações do site, o valor é US$ 15 a mais do que o custo de produção de um Nintendo DSi, devido à tela 3D, o giroscópio e outras melhorias. Mas, analistas não calcularam o custo de fabricação, marketing, distribuição e outros elementos que encarecem o produto.
Mesmo assim é estimado que a a Nintendo deve ter uma boa margem de lucro com o 3DS. Além disso, a empresa vai receber parte dos royalities provenientes das vendas de jogos e acessórios.
Está chegando a hora
Nos Estados Unidos, o Nintendo 3DS chega em 27 de março, ao preço de US$ 249,99 e nas cores Aqua Blue (azul) e Cosmo Black (preto). O pacote acompanha um cartão de memória de 2 GB, seis cartões de realidade aumentada e uma base que serve para recarregar o aparelho.
O videogame terá quatro idiomas nativos: inglês, espanhol, francês e português do Brasil. A intenção da Nintendo é lançar o portátil no país ao mesmo tempo que nos Estados Unidos, mas, por ora, nada está definido. Nem o preço.
Além de games em cartão, o jogador também poderá obter jogos por download, através de uma loja especial chamada Nintendo E-Shop, acessada pelo próprio aparelho. Também estarão disponíveis clássicos para Game Boy e Game Boy Color através do serviço Virtual Console, e a Nintendo pretende ter mais de 30 títulos disponíveis para o portátil até o fim do primeiro semestre.
Os Friend Codes continuam existindo, mas agora é preciso ter um único código por aparelho, e não uma sequência numérica por jogo, como acontecia no Nintendo DS e no Wii.
Ainda segundo informações do site, o valor é US$ 15 a mais do que o custo de produção de um Nintendo DSi, devido à tela 3D, o giroscópio e outras melhorias. Mas, analistas não calcularam o custo de fabricação, marketing, distribuição e outros elementos que encarecem o produto.
Mesmo assim é estimado que a a Nintendo deve ter uma boa margem de lucro com o 3DS. Além disso, a empresa vai receber parte dos royalities provenientes das vendas de jogos e acessórios.
Está chegando a hora
Nos Estados Unidos, o Nintendo 3DS chega em 27 de março, ao preço de US$ 249,99 e nas cores Aqua Blue (azul) e Cosmo Black (preto). O pacote acompanha um cartão de memória de 2 GB, seis cartões de realidade aumentada e uma base que serve para recarregar o aparelho.
O videogame terá quatro idiomas nativos: inglês, espanhol, francês e português do Brasil. A intenção da Nintendo é lançar o portátil no país ao mesmo tempo que nos Estados Unidos, mas, por ora, nada está definido. Nem o preço.
Além de games em cartão, o jogador também poderá obter jogos por download, através de uma loja especial chamada Nintendo E-Shop, acessada pelo próprio aparelho. Também estarão disponíveis clássicos para Game Boy e Game Boy Color através do serviço Virtual Console, e a Nintendo pretende ter mais de 30 títulos disponíveis para o portátil até o fim do primeiro semestre.
Os Friend Codes continuam existindo, mas agora é preciso ter um único código por aparelho, e não uma sequência numérica por jogo, como acontecia no Nintendo DS e no Wii.
RPG online "Dungeon Fighter Online" chega na Xbox Live Arcade no final do ano
A Nexon e a Microsoft Game Studios anunciaram uma parceria que pretende trazer exclusivamente para os jogadores da Xbox Live Arcade o popular RPG multiplayer online "Dungeon Fighter Online", previsto para chegar ao mercado até o final de 2011.
O jogo é bem famoso para PC na China, com mais de 200 milhões de usuários registrados no mundo, e chegou a bater o recorde de jogadores simultâneos na Ásia, com mais de 2,2 milhões de usuários da China, Japão e Coreia.
A versão para XBLA será desenvolvida pela Nexon e SoftMax, esta última mais conhecida pelos jogos "The War of Genesis" e "Magna Carta". Porém a Neople, desenvolvedora do jogo para PC e subsidiária da Nexon, estará no comando do projeto, que será publicado pela Microsoft em todos os territórios. O jogo será traduzido para o inglês, chinês, japonês, espanhol, alemão, italiano e francês.
"Este acordo é um passo significativo para a Nexon", disse Suh Min, diretor-executivo da Nexon. "Há algum tempo temos procurado oportunidades de expandir para além de jogos online para PC e avançar para novas plataformas, como a Xbox Live Arcade. Com a ajuda da experiência da Microsoft Game Studios, prevemos que 'Dungeon Fighter Online' trará muita satisfação para novas audiências na Xbox Live Arcade".
"Dungeon Fighter Online" é um RPG online sem limete de jogadores com visual 2D, com vários elementos de ação. Foi lançado na Coreia em 2005 e chegou na América do Norte em 2010.
O jogo é bem famoso para PC na China, com mais de 200 milhões de usuários registrados no mundo, e chegou a bater o recorde de jogadores simultâneos na Ásia, com mais de 2,2 milhões de usuários da China, Japão e Coreia.
A versão para XBLA será desenvolvida pela Nexon e SoftMax, esta última mais conhecida pelos jogos "The War of Genesis" e "Magna Carta". Porém a Neople, desenvolvedora do jogo para PC e subsidiária da Nexon, estará no comando do projeto, que será publicado pela Microsoft em todos os territórios. O jogo será traduzido para o inglês, chinês, japonês, espanhol, alemão, italiano e francês.
"Este acordo é um passo significativo para a Nexon", disse Suh Min, diretor-executivo da Nexon. "Há algum tempo temos procurado oportunidades de expandir para além de jogos online para PC e avançar para novas plataformas, como a Xbox Live Arcade. Com a ajuda da experiência da Microsoft Game Studios, prevemos que 'Dungeon Fighter Online' trará muita satisfação para novas audiências na Xbox Live Arcade".
"Dungeon Fighter Online" é um RPG online sem limete de jogadores com visual 2D, com vários elementos de ação. Foi lançado na Coreia em 2005 e chegou na América do Norte em 2010.
"Tela negra da morte" do 3DS causa travamentos e assusta jogadores
Após as temidas três luzes vermelhas que assombraram os donos dos primeiros modelos do Xbox 360 com três luzes vermelhas e a luz amarela que aterroriza os jogadores de PlayStation 3, agora é a vez dos donos do 3DS ficarem com medo de uma pane geral do sistema prontamente apelidada de "Tela Negra da Morte".
De acordo com diversas reclamações dos proprietários afetados, o Nintendo 3DS está apresentando constantemente defeitos em seu hardware, que ocasionam travamentos e apresentam uma nada amigável tela negra avisando da pane no sistema.
Assim como os defeitos do X360 e do PS3, o problema do 3DS pode significar que o aparelho não voltará a funcionar. O aviso também significar apenas um travamento repentino em seu funcionamento, obrigando ao jogador forçar o reinício do sistema ou um defeito de formatação no cartão SD.
Quem tem o desprazer de ter uma pane definitiva deve procurar a assistência técnica da Nintendo. Caso o problema seja um travamento simples, o portátil volta a funcionar reiniciando o sistema para continuar jogando normalmente. Já o problema de formatação do cartão de memória pode ser resolvido ao formatar o cartão SD em sistema FAT-32, muito comum em dispositivos USB.
O defeito foi largamente anunciado em sites como NeoGaf, AVForums e DigitalSpy, em que diversos donos do portátil colocavam suas experiências com o problema. Alguns alegam terem seus consoles paralisados enquanto jogavam "Monkey Ball", "Street Fighter IV 3D", "Pilotwings", "Ghost Recon" e "Lego Star Wars", mas aplicações de Miis também foram citadas em alguns casos.
Até o momento, a Nintendo não se pronunciou sobre a tão comentada Tela Negra da Morte em seu portátil, mas espera-se que a fabricante se pronuncie e resolva o problema com uma eventual atualização de sistema.

De acordo com diversas reclamações dos proprietários afetados, o Nintendo 3DS está apresentando constantemente defeitos em seu hardware, que ocasionam travamentos e apresentam uma nada amigável tela negra avisando da pane no sistema.
Assim como os defeitos do X360 e do PS3, o problema do 3DS pode significar que o aparelho não voltará a funcionar. O aviso também significar apenas um travamento repentino em seu funcionamento, obrigando ao jogador forçar o reinício do sistema ou um defeito de formatação no cartão SD.
Quem tem o desprazer de ter uma pane definitiva deve procurar a assistência técnica da Nintendo. Caso o problema seja um travamento simples, o portátil volta a funcionar reiniciando o sistema para continuar jogando normalmente. Já o problema de formatação do cartão de memória pode ser resolvido ao formatar o cartão SD em sistema FAT-32, muito comum em dispositivos USB.
O defeito foi largamente anunciado em sites como NeoGaf, AVForums e DigitalSpy, em que diversos donos do portátil colocavam suas experiências com o problema. Alguns alegam terem seus consoles paralisados enquanto jogavam "Monkey Ball", "Street Fighter IV 3D", "Pilotwings", "Ghost Recon" e "Lego Star Wars", mas aplicações de Miis também foram citadas em alguns casos.
Até o momento, a Nintendo não se pronunciou sobre a tão comentada Tela Negra da Morte em seu portátil, mas espera-se que a fabricante se pronuncie e resolva o problema com uma eventual atualização de sistema.
Órgão britânico classifica "Super Street Fighter IV: Arcade Edition" para PS3 e X360
O público japonês certamente está se divertindo com "Super Street Fighter IV: Arcade Edition", mas eles não são os únicos com o privilégio de conferir as novidades do game. Segundo o site do órgão de classificação britânico BBFC (sigla para British Board of Film Classification), o game chega ao Velho Continente em 24 de junho.
O site diz ainda que "Super Street Fighter IV: Arcade Edition" conta com cenas de corte de aproximadamente 7 minutos. Nenhuma delas foi alterada, ou seja, os jogadores europeus vão ver o mesmo conteúdo presente nos fliperamas japoneses.
Apesar do anúncio do lançamento da versão europeia na Europa, isso não significa que o game também vai ganhar uma edição para os Estados Unidos. Até o momento, a Capcom não se manifestou sobre uma versão destinada ao público americano.
Lançado em 2010 "Super Street Fighter IV Arcade Edition" conta com todos os lutadores da versão tradicional lançada para os consoles, com a adição dos lutadores inéditos Yun, Yang, Evil Ryu e Oni Akuma.
Desde o período de produção do fliperama, depoimentos do próprio Yoshinori Ono apontavam para a disponibilização destes personagens extras para baixar nas redes PlayStation Network do PlayStation 3 e Xbox Live, do Xbox 360, algo que a Capcom nunca confirmou e não aconteceu até o momento.
Maior e melhor
"Super Street Fighter IV" é uma edição aperfeiçoada de "Street Fighter IV", cuja maior novidade é o acréscimo de dez personagens a mais, incluindo dois inéditos: a praticante de taekwondo Juri e Hakan, que tem o yagli gures (luta-livre turca) como disciplina. O game também traz golpes inéditos para os lutadores já existentes e diversas melhorias nas partidas online e mecânica de jogo.
O site diz ainda que "Super Street Fighter IV: Arcade Edition" conta com cenas de corte de aproximadamente 7 minutos. Nenhuma delas foi alterada, ou seja, os jogadores europeus vão ver o mesmo conteúdo presente nos fliperamas japoneses.
Apesar do anúncio do lançamento da versão europeia na Europa, isso não significa que o game também vai ganhar uma edição para os Estados Unidos. Até o momento, a Capcom não se manifestou sobre uma versão destinada ao público americano.
Lançado em 2010 "Super Street Fighter IV Arcade Edition" conta com todos os lutadores da versão tradicional lançada para os consoles, com a adição dos lutadores inéditos Yun, Yang, Evil Ryu e Oni Akuma.
Desde o período de produção do fliperama, depoimentos do próprio Yoshinori Ono apontavam para a disponibilização destes personagens extras para baixar nas redes PlayStation Network do PlayStation 3 e Xbox Live, do Xbox 360, algo que a Capcom nunca confirmou e não aconteceu até o momento.
Maior e melhor
"Super Street Fighter IV" é uma edição aperfeiçoada de "Street Fighter IV", cuja maior novidade é o acréscimo de dez personagens a mais, incluindo dois inéditos: a praticante de taekwondo Juri e Hakan, que tem o yagli gures (luta-livre turca) como disciplina. O game também traz golpes inéditos para os lutadores já existentes e diversas melhorias nas partidas online e mecânica de jogo.
"Pokémon Black" e "White" venderam 2 milhões de cópias nos EUA
Há quem diga que a Nintendo descobriu o caminho dos potes de ouro com a série "Pokémon", pois qualquer coisa que leva o nome das criaturinhas sempre vende bem. A prova mais recente foi vista com "Pokémon Black" e "White", que juntos venderam mais de 2 milhões de unidades em duas semanas de comercialização.
A Big N não informou se essa é a melhor marca alcançada por um game de "Pokémon" na primeira quinzena de comercialização, mas no dia de estreia "Pokémon Black" e "White" venderam, juntos, mais de 1 milhão de unidades na terra do Tio Sam, ultrapassando a marca anterior de "Pokémon Diamond" e "Pearl", que foi de mais de 780 mil unidades nas primeiras 24 horas.
Aventura grandiosa
"Pokémon Black" e "White" apresentam cidades inéditas na região de Unova, com diversos níveis mais elevados, o que sugere um local com ares futuristas. Há um novo edifício que concentra todas as funcionalidades do mercado PokéMart, o Centro Pokémon (onde você cura seus bichinhos) e o Terminal Global, para batalha online.
O visual recebeu algumas melhorias durante as batalhas. Há um sistema de câmera dinâmica, em que a visão pode mudar de acordo com o golpe que determinado pokémon utilizar. Os monstrinhos, contudo, ainda são desenhados em gráficos 2D, mas com animações inéditas.
Exclusivos para Nintendo DS, "Pokémon Black" e "White" chegaram às lojas norte-americanas em 6 de março.
A Big N não informou se essa é a melhor marca alcançada por um game de "Pokémon" na primeira quinzena de comercialização, mas no dia de estreia "Pokémon Black" e "White" venderam, juntos, mais de 1 milhão de unidades na terra do Tio Sam, ultrapassando a marca anterior de "Pokémon Diamond" e "Pearl", que foi de mais de 780 mil unidades nas primeiras 24 horas.
Aventura grandiosa
"Pokémon Black" e "White" apresentam cidades inéditas na região de Unova, com diversos níveis mais elevados, o que sugere um local com ares futuristas. Há um novo edifício que concentra todas as funcionalidades do mercado PokéMart, o Centro Pokémon (onde você cura seus bichinhos) e o Terminal Global, para batalha online.
O visual recebeu algumas melhorias durante as batalhas. Há um sistema de câmera dinâmica, em que a visão pode mudar de acordo com o golpe que determinado pokémon utilizar. Os monstrinhos, contudo, ainda são desenhados em gráficos 2D, mas com animações inéditas.
Exclusivos para Nintendo DS, "Pokémon Black" e "White" chegaram às lojas norte-americanas em 6 de março.
Relembrando o passado, "Choplifter HD" é anunciado para PC e PS3
Quem é saudosista já tem um motivo para abrir um grande sorriso: "Choplifter", game de ação lateral da década de 1980 vai ganhar uma versão em alta definição. A inXile Entertainment anunciou que está trabalhando para trazer o clássico para PlayStation 3 e PC até o final de 2011.
Em "Choplifter HD" o jogador controla um piloto que integra o time da C.H.O.P.R, sigla para Coordinated Helicopter Operations, Preservation and Rescue, e deve resgatar militares em mais de 20 estágios diferentes. Há uma variedade de helicópteros no game, mas a produtora não informou se entre eles existem modelos exclusivos para a nova versão.
"O resultado de criar uma versão renovada de 'Choplifter' tem sido incrivelmente positivo. Todos temos boas memórias do primeiro jogo, e a diversão de resgatar pessoas em situações hostis é atemporal", disse Brian Fargo, presidente da inXile Entertainment.
Ao longo dos anos, "Choplifter" ganhou versões para diversas plataformas, entre elas Arcade, Nes, Master System e Commodore 64.
Em "Choplifter HD" o jogador controla um piloto que integra o time da C.H.O.P.R, sigla para Coordinated Helicopter Operations, Preservation and Rescue, e deve resgatar militares em mais de 20 estágios diferentes. Há uma variedade de helicópteros no game, mas a produtora não informou se entre eles existem modelos exclusivos para a nova versão.
"O resultado de criar uma versão renovada de 'Choplifter' tem sido incrivelmente positivo. Todos temos boas memórias do primeiro jogo, e a diversão de resgatar pessoas em situações hostis é atemporal", disse Brian Fargo, presidente da inXile Entertainment.
Ao longo dos anos, "Choplifter" ganhou versões para diversas plataformas, entre elas Arcade, Nes, Master System e Commodore 64.
Jill Valentine estrela demo de "Resident Evil: Revelations" para 3DS
É comum os jogadores procurarem por algum extra antes de comprar um jogo, seja ele conteúdo posterior ao clássico "The End", personagens para habilitar e coisas do gênero. No caso de "Resident Evil: The Mercenaries 3D", o brinde vem na forma da demonstração de "Resident Evil: Revelations".
A prévia em questão dá a oportunidade de descer chumbo grosso na testa dos zumbis com Jill Valentine, personagem que está na versão completa de "Revelations". Durante a caçada as criaturas do além, o jogador tem a oportunidade de conferir alguns dos ambientes do navio que fornece a ambientação para o novo episódio.
"Resident Evil: The Mercenaries 3D" e "Resident Evil: Revelations" seguem sem data de lançamento definidas para o mercado americano.
Bala no zumbi
"Resident Evil: The Mercenaries 3D" apresenta um sistema de controle parecido com o dos jogos anteriores da série, exceto pela adição do uso da tela de toque e a possibilidade de se mover e atirar ao mesmo tempo.
Até o momento, seis personagens estão confirmados: Chris Redfield, Claire Redfield, Hunk, Jack Krauser, Albert Wesker e Jill Valentine. Todos possuem habilidades distintas de defesa e suporte, e é possível alterar algumas características de cada um deles.
O game conta com opções para partidas cooperativas utilizando a conexão Wi-Fi do portátil, bem como diversos extras que só são habilitados após terminar os desafios principais
A prévia em questão dá a oportunidade de descer chumbo grosso na testa dos zumbis com Jill Valentine, personagem que está na versão completa de "Revelations". Durante a caçada as criaturas do além, o jogador tem a oportunidade de conferir alguns dos ambientes do navio que fornece a ambientação para o novo episódio.
"Resident Evil: The Mercenaries 3D" e "Resident Evil: Revelations" seguem sem data de lançamento definidas para o mercado americano.
Bala no zumbi
"Resident Evil: The Mercenaries 3D" apresenta um sistema de controle parecido com o dos jogos anteriores da série, exceto pela adição do uso da tela de toque e a possibilidade de se mover e atirar ao mesmo tempo.
Até o momento, seis personagens estão confirmados: Chris Redfield, Claire Redfield, Hunk, Jack Krauser, Albert Wesker e Jill Valentine. Todos possuem habilidades distintas de defesa e suporte, e é possível alterar algumas características de cada um deles.
O game conta com opções para partidas cooperativas utilizando a conexão Wi-Fi do portátil, bem como diversos extras que só são habilitados após terminar os desafios principais
segunda-feira, 28 de março de 2011
Need For Speed Most Wanted – Xbox – Cheats, manhas, macetes dicas e códigos
Carros que podem ser desbloqueados no Need for Speed Most Wanted Xbox:
Aston Martin DB9 Vencer Boss #7 Blacklist
Audi A3 3.2 Quattro Vencer Boss #15 Blacklist
Audi A4 3.2 FSI Quattro Vencer Boss #14 Blacklist
Audi TT 3.2 Quattro Vencer Boss #15 Blacklist
BMW GTR (Race version) Vencer Boss #1 Blacklist
Cadillac CTS Vencer Boss #12 Blacklist
Chevrolet Cobalt SS Automático
Corvette C6 Vencer Boss #5 Blacklist
Corvette C6.R Completar o jogo
Dodge Viper SRT 10 Vencer Boss #6 Blacklist
Fiat Punto Automático
Ford GT Vencer Boss #4 Blacklist
Lamborguini Gallardo Vencer Boss #6 Blacklist
Lamborguini Murciélago Vencer Boss #4 Blacklist
Lexus IS300 Automático
Lotus Elise Vencer Boss #8 Blacklist
Mazda RX-7 Vencer Boss #9 Blacklist
Mazda RX-8 Vencer Boss #12 Blacklist
Mercedes-Benz CLK 500 Vencer Boss #8 Blacklist
Mercedes-Benz SL 500 Vencer Boss #11 Blacklist
Mercedes-Benz SLR McLaren Vencer Boss #3 Blacklist
Mitsubishi Eclipse Vencer Boss #14 Blacklist
Mitsubishi Lancer Evolution VIII Vencer Boss #11 Blacklist
Mustang GT Vencer Boss #12 Blacklist
Pontiac GTO Vencer Boss #10 Blacklist
Porsche 911 Carrera S Vencer Boss #7 Blacklist
Porsche 911 Turbo S Vencer Boss #5 Blacklist
Porsche Carrera GT Vencer Boss #3 Blacklist
Porsche Cayman S Vencer Boss #10 Blacklist
Renault Clio V6 Vencer Boss #13 Blacklist
Subaru Impreza WRX STi Vencer Boss #9 Blacklist
Toyota Supra Vencer Boss #13 Blacklist
Vauxhall Monaro VXR Vencer Boss #10 Blacklist
Audi A3 3.2 Quattro Vencer Boss #15 Blacklist
Audi A4 3.2 FSI Quattro Vencer Boss #14 Blacklist
Audi TT 3.2 Quattro Vencer Boss #15 Blacklist
BMW GTR (Race version) Vencer Boss #1 Blacklist
Cadillac CTS Vencer Boss #12 Blacklist
Chevrolet Cobalt SS Automático
Corvette C6 Vencer Boss #5 Blacklist
Dodge Viper SRT 10 Vencer Boss #6 Blacklist
Fiat Punto Automático
Ford GT Vencer Boss #4 Blacklist
Lamborguini Gallardo Vencer Boss #6 Blacklist
Lamborguini Murciélago Vencer Boss #4 Blacklist
Lexus IS300 Automático
Lotus Elise Vencer Boss #8 Blacklist
Mazda RX-7 Vencer Boss #9 Blacklist
Mazda RX-8 Vencer Boss #12 Blacklist
Mercedes-Benz CLK 500 Vencer Boss #8 Blacklist
Mercedes-Benz SL 500 Vencer Boss #11 Blacklist
Mercedes-Benz SLR McLaren Vencer Boss #3 Blacklist
Mitsubishi Eclipse Vencer Boss #14 Blacklist
Mitsubishi Lancer Evolution VIII Vencer Boss #11 Blacklist
Mustang GT Vencer Boss #12 Blacklist
Pontiac GTO Vencer Boss #10 Blacklist
Porsche 911 Carrera S Vencer Boss #7 Blacklist
Porsche 911 Turbo S Vencer Boss #5 Blacklist
Porsche Carrera GT Vencer Boss #3 Blacklist
Porsche Cayman S Vencer Boss #10 Blacklist
Renault Clio V6 Vencer Boss #13 Blacklist
Subaru Impreza WRX STi Vencer Boss #9 Blacklist
Toyota Supra Vencer Boss #13 Blacklist
Vauxhall Monaro VXR Vencer Boss #10 Blacklist
SERIOUS SAM CHEGA AINDA ESTE ANO
A produtora Croteam revelou que irá lançar Serious Sam 3: BFE no terceiro semestre deste ano. A trama, do novo episódio ocorrerá no século XXII, no Egito e conta a introdução dos acontecimentos do primeiro jogo da série, Serious Sam: The First Encounter. Nesse período acontece a batalha final entre humanos contra as legiões de bestas e mercenários.
A grande novidade do jogo fica por conta do modo multiplayer que conta com até 16 jogadores na mesma partida, além disso o game também promove novos ataques e combates. No material de divulgação distribuído a imprensa, a produtora classificou Serious Sam3: BFE como um glorioso retorno à era dourada dos jogos de tiros. Agora, só nos resta aguardar mais detalhes sobre esse incrível lançamento.
ANIMAÇÃO RIO TERÁ GAME INSPIRADO EM FILME
Depois de ser anunciada uma versão de Angry Birds totalmente inspirada na animação Rio, o filme ganha agora seu próprio game baseado no longa. O título será lançado pela produtora THQ, apenas três dias após a estreia do filme nos cinemas americanos e terá versões para os consoles do PlayStation3, Xbox 360, Wii e DS.
“O humor de Rio, seus coloridos e convincentes personagens, sua trama emocionante e a trilha maravilhosa nos inspiraram a criar uma única e criativa experiência de jogo”, conta o vice-presidente da divisão de jogos familiares da THQ, Martin Good.
Para, PS3, Xbox360 e Wii, o jogo terá modo multiplayer de até quatro jogadores e ainda conta com o sistema drop in/drop out, que permite que os gamers entram e saiam do título em qualquer momento da partida. Ao todo serão seis personagens selecionáveis para a disputa, incluindo os protagonistas Blu e Jewel, além de Pedro, Raphael, Nico e Eva. Enquanto competem os jogadores poderão desfrutar de belas paisagens, como uma floresta tropical, a Praia de Copacabana e ruas famosas da cidade maravilhosa.
CONFIRA OS DETALHES DE PATAPON 3
A Sony Computer Entertainment acaba de revelar que a nova edição de Patapon será lançada, no dia 12 de abril. O terceiro episódio da saga será disponibilizado em UMD e também por download na PlayStation Store, com o preço único de US$19,99. Durante o anúncio, a Sony também contou que o game vem renovado e aperfeiçoado, graças à colaboração dos jogadores que participaram de uma série de testes disponibilizados a alguns gamers.
O game exclusivo para PSP traz como principal mudança, o personagem central do jogo, que passa a ser um soldado do front e não mais um deus onipresente. No início de cada partida, o jogador opta pelo tipo de militar que deseja controlar e a cada fase poderá incorporar um novo gamer a disputa.
CLÁSSICO EPISÓDIO DE THE LEGEND OF ZELDA EM JUNHO
Está confirmado, The Legend of Zelda: Ocarina of Time será lançado ainda este ano. O game exclusivo para Nintendo 3DS faz parte da franquia de sucesso que completa 25 anos em 2011. “O ano passado foi marcado pelo aniversário de Super Mario, agora chegou a vez de comemorar Legend of Zelda”, declarou Satoru Iwata, presidente da companhia.
O novo game apresenta uma versão mais intrigante que o clássico e será ainda mais complicado. O jogo contará com o modo Master Quest, com quebra-cabeças mais difíceis, itens de localizações inovadores, além de inimigos mais poderosos. Para quem não sabe, The Legend of Zelda: Ocarina of Time foi lançado pela primeira vez em 1998, e fez um enorme sucesso.
O MUNDO COLORIDO DE CHILD OF EDEN CHEGA EM JUNHO
Child of Eden deve ser lançado dia, 14 de junho, segundo informações publicadas no Facebook oficial do game. No jogo, o usuário embarca em mundo virtual repleto de cores e ondas, intitulado de Eden. O grande objetivo do título é resgatar uma jovem que ficou presa nesse universo e é vítima de vírus.
Para viajar nessa aventura os jogadores poderão optar por utilizar o controle de movimentos Kinect ou o comando tradicional. O título é dos mesmos produtores de Lumines e Rez e terá versões para PlayStation 3 e Xbox.
SHADOWS OF THE DAMNED LEVA PROTAGONISTA AO INFERNO
A Electronic Arts preparou um título de tirar fôlego para seus jogadores, Shadows of the Damned que promete um cenário aterrorizante com tramas repletas de aventuras assustadoras. O game terá Garcia Hotspur como protagonista que precisará ir ao inferno para resgatar sua amada das garras de um demônio. Em sua trajetória, Garcia contará apenas com a caveira, Johnson, que se transforma em diferentes armas de acordo com a necessidade do protagonista.
GAME BASTION TEM DATA CONFIRMADA
A produtora Supergiant Games revelou que o RPG, Bastion será lançado no terceiro trimestre na rede Xbox Live, já a versão para PC deve ficar apenas para o final do ano. A trama de Bastion conta a saga de “the Kid”, um personagem que sobrevive a um terrível acontecimento que destruiu a região onde vive. Na batalha pela vida ele encontra inúmeros inimigos que terá que deter, além de precisar construir um refúgio para que ele e seus amigos consigam se salvar. Mesmo antes de seu lançamento Bastion, já venceu o prêmio, Independent Games Festival na categoria de Artes Visuais, graças a sua excelência nas imagens que trazem cenários pintados a mão.
Lançamentos: primeiros jogos de Nintendo 3DS enchem prateleiras das lojas
Após muita expectativa e curiosidade pelo tal efeito 3D sem óculos especiais, o Nintendo 3DS chega às lojas do ocidente, acompanhado de uma ampla (ainda que fraca) linha inicial de títulos.
Os destaques ficam por conta dos games da própria Big N, como "Steel Diver", "nintendogs + cats" e "Pilotwings Resort", e também "Super Street Fighter IV 3D Edition", versão do famoso game de luta que aparece em um cartucho de conteúdo no portátil.
A semana, porém, não fica toda para o portátil da Nintendo. "LEGO Star Wars III: The Clone Wars" busca inspiração em desenho animado para tentar mostrar que os bloquinhos de montar ainda rendem boas aventuras nos games.
Os fãs de velocidade são brindados com a chegada de "Shif 2 Unleashed", novo episódio da franquia "Need for Speed" que foca no aspecto de simulação das corridas, em vez do estilo mais exagerado e despojado de "Hot Pursuit", enquanto a galera da luta-livre vibra com "WWE All Stars", título que reune astros do passado e presente da categoria, tudo com visual caricato.
Veja a lista dos jogos que serão lançados nos EUA nos próximos dias:
3DS
. Asphalt 3D
. Bust-A-Move Universe
. Combat of Giants Dinosaurs 3D
. Dream Trigger 3D
. LEGO Star Wars III: The Clone Wars
. Madden NFL Football
. nintendogs + cats: French Bulldog and New Friends
. nintendogs + cats: Golden Retriever and New Friends
. nintendogs + cats: Toy Poodle and New Friends
. Pilotwings Resort
. Pro Evolution Soccer 2011 3D
. Rayman 3D
. Ridge Racer 3D
. Samurai Warriors Chronicles
. Steel Diver
. Super Monkey Ball
. Super Street Fighter IV 3D Edition
. The Sims 3
. Tom Clancy's Ghost Recon Shadow Wars 3D
DS
. HOP
. Johnny Test
. LEGO Star Wars III: The Clone Wars
. Pinkalicious
. Zhu Zhu Puppies
Wii
. Country Dance
. Tiger Woods PGA 12: The Masters
. Wicked Monster Blast!
. WWE All-Stars
PC
. Shift 2 Unleashed
PlayStation 2
. WWE All-Stars
PlayStation 3
. Dynasty Warriors 7
. Nascar 2011 The Game
. Shift 2 Unleashed
. Tiger Woods PGA Tour 12: The Masters
. WWE All-Stars
PSP
. Legend of Heroes: Trails in the Sky
. Patapon 3
. The 3rd Birthday
. WWE All-Stars
Xbox 360
. Dynasty Warriors 7
. Nascar 2011 The Game
. Shift 2 Unleashed
. Tiger Woods PGA Tour 12: The Masters
. WWE All-Stars
As datas de lançamento dos jogos citados acima estão sujeitas à alteração.
Os destaques ficam por conta dos games da própria Big N, como "Steel Diver", "nintendogs + cats" e "Pilotwings Resort", e também "Super Street Fighter IV 3D Edition", versão do famoso game de luta que aparece em um cartucho de conteúdo no portátil.
A semana, porém, não fica toda para o portátil da Nintendo. "LEGO Star Wars III: The Clone Wars" busca inspiração em desenho animado para tentar mostrar que os bloquinhos de montar ainda rendem boas aventuras nos games.
Os fãs de velocidade são brindados com a chegada de "Shif 2 Unleashed", novo episódio da franquia "Need for Speed" que foca no aspecto de simulação das corridas, em vez do estilo mais exagerado e despojado de "Hot Pursuit", enquanto a galera da luta-livre vibra com "WWE All Stars", título que reune astros do passado e presente da categoria, tudo com visual caricato.
Veja a lista dos jogos que serão lançados nos EUA nos próximos dias:
3DS
. Asphalt 3D
. Bust-A-Move Universe
. Combat of Giants Dinosaurs 3D
. Dream Trigger 3D
. LEGO Star Wars III: The Clone Wars
. Madden NFL Football
. nintendogs + cats: French Bulldog and New Friends
. nintendogs + cats: Golden Retriever and New Friends
. nintendogs + cats: Toy Poodle and New Friends
. Pilotwings Resort
. Pro Evolution Soccer 2011 3D
. Rayman 3D
. Ridge Racer 3D
. Samurai Warriors Chronicles
. Steel Diver
. Super Monkey Ball
. Super Street Fighter IV 3D Edition
. The Sims 3
. Tom Clancy's Ghost Recon Shadow Wars 3D
DS
. HOP
. Johnny Test
. LEGO Star Wars III: The Clone Wars
. Pinkalicious
. Zhu Zhu Puppies
Wii
. Country Dance
. Tiger Woods PGA 12: The Masters
. Wicked Monster Blast!
. WWE All-Stars
PC
. Shift 2 Unleashed
PlayStation 2
. WWE All-Stars
PlayStation 3
. Dynasty Warriors 7
. Nascar 2011 The Game
. Shift 2 Unleashed
. Tiger Woods PGA Tour 12: The Masters
. WWE All-Stars
PSP
. Legend of Heroes: Trails in the Sky
. Patapon 3
. The 3rd Birthday
. WWE All-Stars
Xbox 360
. Dynasty Warriors 7
. Nascar 2011 The Game
. Shift 2 Unleashed
. Tiger Woods PGA Tour 12: The Masters
. WWE All-Stars
As datas de lançamento dos jogos citados acima estão sujeitas à alteração.
Vale a pena? Nintendo 3DS tem bateria fraca, mas agrada com fotos 3D e outras funções
Pouco mais de um ano após pegar o mundo dos jogos eletrônicos de surpresa com um anúncio sem pompa alguma, a Nintendo lança no mercado americano o Nintendo 3DS primeiro videogame portátil a produzir efeito tridimensional sem a necessidade de usar óculos especiais.
Parece magia, bruxaria nipônica, mas claro que não é nada disso: é a mais pura e refinada tecnologia e, sim, funciona. O efeito não é perfeito, mas em um primeiro contato surpreende e impressiona pela simplicidade e eficiência.
Contudo, a ilusão é apenas um dos muitos atrativos do Nintendo 3DS. Misturando a brincadeira dos jogos eletrônicos com uma filosofia de versatilidade típica dos telefones celulares (em especial os smartphones mais recentes), o videogame portátil tem tudo para ser companheiro constante de aventuras de fãs de games, sejam os mais aficionados, ávidos pela competição, ou um tipo mais casual, que busca diferentes experiências e formas de interação. Mas nem tudo é perfeito: a bateria do portátil dura pouco, há poucos títulos fortes neste primeiro momento e a rede online, ainda que promissora, ainda vai levar algum tempo para funcionar plenamente.
Para completar, infelizmente, não é agora que o Nintendo 3DS desfilará suas alegorias tridimensionais pelo Brasil: o aparelho chega dia 27 de março aos EUA pelo preço de US$ 250, mas no Brasil ainda não possui data e preço definidos ou mesmo estimados. O jeito é juntar as moedinhas, torcer para que chegue logo e aproveitar para testar o videogame em lojas - ou com aquele seu amigo que deu um jeitinho maroto de conseguir um.
A seguir, você acompanha análise e comentários sobre o efeito 3D do videogame, as outras funções do aparelho, seu design, problemas e também a linha inicial de títulos disponíveis.

Logo mais abaixo explico o quanto as outras características do Nintendo 3DS são bacanas, mas não tem como fugir daquela que dá nome ao aparelho: e esse 3D sem óculos, é bacana mesmo?
Sim, o efeito funciona da maneira que a Nintendo vende a ideia. Você olha para a tela de cima do portátil (só ela faz o efeito) e a impressão é de olhar para dentro uma caixinha, um diorama, uma pequena vitrine. A pequena tela widescreen de 3.53 polegadas ganha profundidade e objetos se colocam em planos diferentes, como se fossem cartelas. Ou seja, não há uma sensação contínua de profundidade, você não consegue ver a superfície esférica de uma bola, a extensão de ladeira ou a profundidade de uma avenida indo longe ao horizonte, mas é possível distinguir claramente pessoas em diferentes planos em uma festa, por exemplo.
Vale ressaltar, as condições para o efeito funcionar variam de pessoa para pessoa - por conta, claro, de características de formação e defeito do olho de cada um. De repente, você consegue ver o efeito olhando bem de perto para a tela, enquanto um amigo precisa olhar mais de longe. Nesse ponto a Nintendo acerta bem com a presença do botão para regular a intensidade do efeito 3D. Por exemplo, fotos em 3D, os jogos de Realidade Aumentada e "Steel Diver" eu consigo visualizar perfeitamente com o efeito no talo, mas "Pilotwings Resort" e "nintendogs + cats" só consigo ver com o 3D bem fraco.
Ok, o 3D funciona, mas será que ele cansa? Causa dor de cabeça? Deixa a pessoa meio vesguinha? Para efeito de comparação, a sensação é a mesma de ir ver um filme em 3D no cinema, com óculos especial. Em resumo, o esforço para ver gráficos em 3D é maior do que para visualizar em 2D, exigindo mais concentração. Então, 15 minutos de jogatina em 3D cansam mais do que 15 minutos jogando de forma convencional, mas a quantidade de cansaço e outros efeitos colaterais, novamente, variam de pessoa para pessoa. O ideal é fazer testes com diversas intensidades do efeito e achar uma configuração confortável.

Muito bem, agora que tiramos da frente a questão do efeito 3D do Nintendo 3DS podemos mergulhar a fundo e com calma nas outras funcionalidades do aparelho. Separadamente, são ideias simplórias ou que a Nintendo já usou em algum momento em outro aparelho, mas juntas aqui formam um conjunto prático e divertido, que tornam o 3DS um videogame perfeito para deixar ligado 24 horas por dias e levar para todo canto.
Logo de cara, um fato importante a destacar é que trata-se do primeiro console da Nintendo totalmente localizado para português do Brasil. Ao ligar pela primeira vez o videogame você já pode escolher o idioma (veja em nosso vídeo de unboxing do 3DS!) e aproveitar tudo em nosso idioma local, em uma adaptação tão bem feita que se dá até ao luxo de fazer brincadeiras e piadinhas.
Vamos lá, hora de buscar conhecimentos e enumerar cada uma das tais características tão legais do aparelho:
. Fotos em 3D: além de uma câmera interna, o 3DS possui duas câmeras externas que permitem tirar fotos com efeito tridimensional. O bacana é que ampla variedade de filtros e efeitos, possibilitando, por exemplo, fazer fotos em preto e branco, otimizar para ambientes pouco claros ou simplesmente jogar confete pela imagem.
Com prática, é possível tirar fotos bem criativas e divertidas! Pena que a resolução seja péssima (apenas 0.3 megapixel), mas considerando que só é possível visualizá-las propriamente no próprio aparelho, o prejuízo não é dos maiores.
. Miis: a exemplo do Wii, o novo portátil possui os simpáticos (quase bobocas) avatares da Nintendo. Você pode criar livremente ou até tirar uma foto da pessoa e deixar o videogame criar o bonequinho automaticamente - mas geralmente o resultado não é lá muito fiel à realidade. Depois, dá para usar os Miis em minigames na Praça Mii, em alguns games em cartucho, compartilhar com outros amigos via código de barra e por aí vai. Nada revolucionário - o Wii já faz muito disso desde 2006 - mas continua sendo divertido e engraçado colocar você mesmo, seus amigos e o Michael Jackson para participar dos jogos.
. Street Pass: uma das funções mais alardeadas pela Big N e esta aqui. Com o Street Pass ativado, basta passar perto de outro 3DS na mesma condição para que ambos troquem informações variadas - Miis, recordes em jogos e mais. Simples assim mesmo: é só passar perto que os videogames conversam entre si. No Japão provavelmente vai funcionar muito bem, nos bairros e metrôs abarrotados de gente jogando o portátil, mas aqui no Brasil deve rolar bem apenas em convenções e encontros de grupos de gamers.
. Base carregadora: um dos acessórios que acompanham o 3DS na caixa é este suporte. Funciona tal qual uma base de telefone sem fio: basta plugar a fonte de alimentação nele e encaixar o 3DS em cima para carregar a bateria dele por meio de um engenhoso sistema magnético. Prático e mais fácil do que ficar encaixando o pequeno plugue e procurando uma tomada livre na casa.
. Retrocompatibilidade: pode considerar comprar um Nintendo 3DS sem levar junto nenhum jogo para ele, já que toda sua coleção de cartuchinhos para as edições anteriores do aparelho funcionam perfeitamente aqui. Ao carregar uma fita, o 3DS aumenta a imagem do game para que ele ocupe toda a altura das duas telas do aparelho, mas isso acaba reduzindo a resolução da imagem, já que as novas telinhas possuem resolução maior do que as antigas, para as quais os títulos foram produzidos, passando uma sensação de "imagem borrada".
Um truque: segure Start e Select simultaneamente logo após carregar o cartucho para reduzir as telas e rodar os jogos na resolução dos Nintendo DS antigos.
. Friend Code único: hasta la vista para o arcaico e chato sistema da Nintendo para jogar online com amigos. Agora, em vez de ter um número diferente para cada jogo do aparelho, o próprio 3DS possui um número único que serve para registrar amigos e jogar qualquer game. Funciona exatamente como os perfis da Xbox Live, PSN ou qualquer outra rede popular - mas a Nintendo demorou aí uns bons anos para fazer isso, né.
. Podômetro: lembra daquele "Personal Trainer Walking", para DS, ou do Pokéwalker, de "Pokémon HeartGold & SoulSilver"? São aparelhinhos que contam quantos passos você dá por dia e transformar em dados para os games. Agora o próprio 3DS possui um desses embutido, registrando suas caminhadas ao longo do dia. O bacana é que esses passos são convertidos em moedas para utilizar em minigames, como os da Praça Mii, efetivamente transformando sua rotina diária em parte da brincadeira eletrônica. Temos que andar!

Em termos de design do aparelho, a impressão é de que a Nintendo assimilou críticas antigas, boas ideias da versão DSi e adaptou tudo ao belo desenho do DS Lite.
De fato, o Nintendo 3DS é apenas um pouco maior do que o Lite, apresentando uma parte superior mais robusta e elegante, com extremidades retas. Todos os botões antigos retornam - direcional, Start, Select, Power, A, B, X, Y, L e R - acompanhados agora do Home (para voltar ao menu principal do aparelho). Há agora também três 'sliders': um para definir o volume, similar ao do DS Lite, outro para ligar a função Wi-Fi e o da tela de cima, para regular a intensidade do efeito 3D.
Há também o tão pedido disco analógico, que lembra aquele já visto no PSP, mas com precisão e maciez similares aos da alavanca analógica do Wii. Combinação campeã que torna jogos de mecânica 3D, como "Pilotwings Resort", muito mais agradáveis.
Os botões de ação são todos de clique - como no Nintendo DSi - enquanto Select, Home e Start são uma espécie de membrana de plástico (muito parecidas com teclas de máquinas de lavar, microondas e geladeiras) que não inspiram muita confiança para longo prazo, mas nos testes de poucos dias na redação não apresentaram problema algum.
Por fim, não seria um Nintendo DS sem uma caneta stylus, para manusear melhor a telinha de toque. No 3DS ela volta para a parte de trás do portátil, logo ao lado da entrada para cartuchos - o que deixou ela um pouco mais chata de pegar, em contraste com o DS Lite, por exemplo, que tem a stylus na lateral. Com acabamento metálico, a nova stylus é retrátil, podendo aumentar de tamanho.

Até agora falei de tudo que o Nintendo 3DS possui de tão legal, mas nem tudo é divertido e bonito. Ou em 3D. Esta primeira encarnação do aparelho traz problemas que podem convencer alguns a esperarem um pouco mais para comprar.
O pior - e único sem solução - é a curta duração da bateria. Nos testes feitos na redação a bateria não foi muito além de 4 horas, isso utilizando o efeito 3D a maior parte do tempo. Rodar jogos antigos de Nintendo DS resulta em mais eficiência, mas, convenhamos, a tendência é usar mais os programas e cartuchos feitos para o próprio 3DS. Assim, a base carregadora acaba sendo importante, pois torna bem prático recarregar a bateria, basta encaixar o 3DS lá e esperar. Ainda assim, certamente é o aspecto que a Nintendo deve trabalhar com mais carinho nas próximas versões do aparelho - que não foram anunciadas, mas ninguém duvida que virão.
Seguindo adiante, a linha inicial de títulos é fraca, carente de grifes de peso da própria Big N, como um "Super Mario", "Zelda", "Donkey Kong" e até "Kid Icarus: Uprising", justamente o game que a empresa usou para apresentar o 3DS na E3 2010, lembra? Para piorar, nenhum dos cartuchos lançados traz opção de português como idioma. A questão até é atenuada pela rica biblioteca do antigo DS e também as divertidas funcionalidades que o aparelho - de fato, os games mais bacanas de lançamento são os que já estão na memória.
Por fim, neste primeiro momento o videogame ainda não conta com a loja online disponível, o que impossibilita de baixar jogos de DSiWare, aplicativos ou títulos antigos de Game Boy. Aliás, já fica aqui outra crítica: porque apenas o Game Boy monocromático no início, e não também o Game Boy Advance ou mesmo os consoles de mesa, a exemplo do Nintendo, Super Nintendo, Mega Drive e outros? A Nintendo deve ter suas razões, mas para o jogador fica a sensação de preguiça e desleixo.

A lista de títulos de lançamento do Nintendo 3DS nos EUA é extensa, mas de parte da Big N são poucas opções: em cartucho temos "Steel Diver", "nintendogs + cats" e "Pilotwings Resort", enquanto na memória do portátil já estão "AR Games" e "Face Raiders".
Felizmente, estes dois últimos são os melhores da leva e ainda estão em português.
De resto, há opções da Ubisoft - como o mediano "Rayman 3D" e o competente "Asphalt 3D" -, o fraco "Ridge Racer 3D", "Pro Evolution Soccer 2011 3D" da Konami e o robusto "Super Street Fighter IV 3D Edition".
O game de luta da Capcom é facilmente uma das opções mais interessantes, não só pela grande quantidade de conteúdo (todos 25 lutadores e cenários das versões para Xbox 360 e PlayStation 3), mas também pelo efeito 3D competente e, principalmente, ser o único título dessa primeira leva com opção de partidas online, por meio da rede Nintendo WiFi Connection.
Parece magia, bruxaria nipônica, mas claro que não é nada disso: é a mais pura e refinada tecnologia e, sim, funciona. O efeito não é perfeito, mas em um primeiro contato surpreende e impressiona pela simplicidade e eficiência.
Contudo, a ilusão é apenas um dos muitos atrativos do Nintendo 3DS. Misturando a brincadeira dos jogos eletrônicos com uma filosofia de versatilidade típica dos telefones celulares (em especial os smartphones mais recentes), o videogame portátil tem tudo para ser companheiro constante de aventuras de fãs de games, sejam os mais aficionados, ávidos pela competição, ou um tipo mais casual, que busca diferentes experiências e formas de interação. Mas nem tudo é perfeito: a bateria do portátil dura pouco, há poucos títulos fortes neste primeiro momento e a rede online, ainda que promissora, ainda vai levar algum tempo para funcionar plenamente.
Para completar, infelizmente, não é agora que o Nintendo 3DS desfilará suas alegorias tridimensionais pelo Brasil: o aparelho chega dia 27 de março aos EUA pelo preço de US$ 250, mas no Brasil ainda não possui data e preço definidos ou mesmo estimados. O jeito é juntar as moedinhas, torcer para que chegue logo e aproveitar para testar o videogame em lojas - ou com aquele seu amigo que deu um jeitinho maroto de conseguir um.
A seguir, você acompanha análise e comentários sobre o efeito 3D do videogame, as outras funções do aparelho, seu design, problemas e também a linha inicial de títulos disponíveis.
Logo mais abaixo explico o quanto as outras características do Nintendo 3DS são bacanas, mas não tem como fugir daquela que dá nome ao aparelho: e esse 3D sem óculos, é bacana mesmo?
Sim, o efeito funciona da maneira que a Nintendo vende a ideia. Você olha para a tela de cima do portátil (só ela faz o efeito) e a impressão é de olhar para dentro uma caixinha, um diorama, uma pequena vitrine. A pequena tela widescreen de 3.53 polegadas ganha profundidade e objetos se colocam em planos diferentes, como se fossem cartelas. Ou seja, não há uma sensação contínua de profundidade, você não consegue ver a superfície esférica de uma bola, a extensão de ladeira ou a profundidade de uma avenida indo longe ao horizonte, mas é possível distinguir claramente pessoas em diferentes planos em uma festa, por exemplo.
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Ok, o 3D funciona, mas será que ele cansa? Causa dor de cabeça? Deixa a pessoa meio vesguinha? Para efeito de comparação, a sensação é a mesma de ir ver um filme em 3D no cinema, com óculos especial. Em resumo, o esforço para ver gráficos em 3D é maior do que para visualizar em 2D, exigindo mais concentração. Então, 15 minutos de jogatina em 3D cansam mais do que 15 minutos jogando de forma convencional, mas a quantidade de cansaço e outros efeitos colaterais, novamente, variam de pessoa para pessoa. O ideal é fazer testes com diversas intensidades do efeito e achar uma configuração confortável.
Muito bem, agora que tiramos da frente a questão do efeito 3D do Nintendo 3DS podemos mergulhar a fundo e com calma nas outras funcionalidades do aparelho. Separadamente, são ideias simplórias ou que a Nintendo já usou em algum momento em outro aparelho, mas juntas aqui formam um conjunto prático e divertido, que tornam o 3DS um videogame perfeito para deixar ligado 24 horas por dias e levar para todo canto.
Logo de cara, um fato importante a destacar é que trata-se do primeiro console da Nintendo totalmente localizado para português do Brasil. Ao ligar pela primeira vez o videogame você já pode escolher o idioma (veja em nosso vídeo de unboxing do 3DS!) e aproveitar tudo em nosso idioma local, em uma adaptação tão bem feita que se dá até ao luxo de fazer brincadeiras e piadinhas.
Vamos lá, hora de buscar conhecimentos e enumerar cada uma das tais características tão legais do aparelho:
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Com prática, é possível tirar fotos bem criativas e divertidas! Pena que a resolução seja péssima (apenas 0.3 megapixel), mas considerando que só é possível visualizá-las propriamente no próprio aparelho, o prejuízo não é dos maiores.
. Miis: a exemplo do Wii, o novo portátil possui os simpáticos (quase bobocas) avatares da Nintendo. Você pode criar livremente ou até tirar uma foto da pessoa e deixar o videogame criar o bonequinho automaticamente - mas geralmente o resultado não é lá muito fiel à realidade. Depois, dá para usar os Miis em minigames na Praça Mii, em alguns games em cartucho, compartilhar com outros amigos via código de barra e por aí vai. Nada revolucionário - o Wii já faz muito disso desde 2006 - mas continua sendo divertido e engraçado colocar você mesmo, seus amigos e o Michael Jackson para participar dos jogos.
Lá nos Estados Unidos, boa parte da imprensa recebeu uma cópia do Nintendo 3DS junto com um cartão com mensagem do Reggie Fils-Aime, presidente gringo da Big N. Junto vinha um estranho código de barras que permite importar o Mii do executivo grandão para o seu aparelho. A gente não tem o cartão, mas demos um jeitinho e arranjamos o código para você também adicionar Reggie à sua coleção de bonequinhos. Para importar, basta entrar no Criador Mii, clicar em "QR Code e imagens", depois em "Ler QR Code" e aí apontar aqui para a tela. |
. Street Pass: uma das funções mais alardeadas pela Big N e esta aqui. Com o Street Pass ativado, basta passar perto de outro 3DS na mesma condição para que ambos troquem informações variadas - Miis, recordes em jogos e mais. Simples assim mesmo: é só passar perto que os videogames conversam entre si. No Japão provavelmente vai funcionar muito bem, nos bairros e metrôs abarrotados de gente jogando o portátil, mas aqui no Brasil deve rolar bem apenas em convenções e encontros de grupos de gamers.
. Base carregadora: um dos acessórios que acompanham o 3DS na caixa é este suporte. Funciona tal qual uma base de telefone sem fio: basta plugar a fonte de alimentação nele e encaixar o 3DS em cima para carregar a bateria dele por meio de um engenhoso sistema magnético. Prático e mais fácil do que ficar encaixando o pequeno plugue e procurando uma tomada livre na casa.
. Retrocompatibilidade: pode considerar comprar um Nintendo 3DS sem levar junto nenhum jogo para ele, já que toda sua coleção de cartuchinhos para as edições anteriores do aparelho funcionam perfeitamente aqui. Ao carregar uma fita, o 3DS aumenta a imagem do game para que ele ocupe toda a altura das duas telas do aparelho, mas isso acaba reduzindo a resolução da imagem, já que as novas telinhas possuem resolução maior do que as antigas, para as quais os títulos foram produzidos, passando uma sensação de "imagem borrada".
Um truque: segure Start e Select simultaneamente logo após carregar o cartucho para reduzir as telas e rodar os jogos na resolução dos Nintendo DS antigos.
. Friend Code único: hasta la vista para o arcaico e chato sistema da Nintendo para jogar online com amigos. Agora, em vez de ter um número diferente para cada jogo do aparelho, o próprio 3DS possui um número único que serve para registrar amigos e jogar qualquer game. Funciona exatamente como os perfis da Xbox Live, PSN ou qualquer outra rede popular - mas a Nintendo demorou aí uns bons anos para fazer isso, né.
. Podômetro: lembra daquele "Personal Trainer Walking", para DS, ou do Pokéwalker, de "Pokémon HeartGold & SoulSilver"? São aparelhinhos que contam quantos passos você dá por dia e transformar em dados para os games. Agora o próprio 3DS possui um desses embutido, registrando suas caminhadas ao longo do dia. O bacana é que esses passos são convertidos em moedas para utilizar em minigames, como os da Praça Mii, efetivamente transformando sua rotina diária em parte da brincadeira eletrônica. Temos que andar!
Em termos de design do aparelho, a impressão é de que a Nintendo assimilou críticas antigas, boas ideias da versão DSi e adaptou tudo ao belo desenho do DS Lite.
De fato, o Nintendo 3DS é apenas um pouco maior do que o Lite, apresentando uma parte superior mais robusta e elegante, com extremidades retas. Todos os botões antigos retornam - direcional, Start, Select, Power, A, B, X, Y, L e R - acompanhados agora do Home (para voltar ao menu principal do aparelho). Há agora também três 'sliders': um para definir o volume, similar ao do DS Lite, outro para ligar a função Wi-Fi e o da tela de cima, para regular a intensidade do efeito 3D.
Há também o tão pedido disco analógico, que lembra aquele já visto no PSP, mas com precisão e maciez similares aos da alavanca analógica do Wii. Combinação campeã que torna jogos de mecânica 3D, como "Pilotwings Resort", muito mais agradáveis.
Os botões de ação são todos de clique - como no Nintendo DSi - enquanto Select, Home e Start são uma espécie de membrana de plástico (muito parecidas com teclas de máquinas de lavar, microondas e geladeiras) que não inspiram muita confiança para longo prazo, mas nos testes de poucos dias na redação não apresentaram problema algum.
Por fim, não seria um Nintendo DS sem uma caneta stylus, para manusear melhor a telinha de toque. No 3DS ela volta para a parte de trás do portátil, logo ao lado da entrada para cartuchos - o que deixou ela um pouco mais chata de pegar, em contraste com o DS Lite, por exemplo, que tem a stylus na lateral. Com acabamento metálico, a nova stylus é retrátil, podendo aumentar de tamanho.
Até agora falei de tudo que o Nintendo 3DS possui de tão legal, mas nem tudo é divertido e bonito. Ou em 3D. Esta primeira encarnação do aparelho traz problemas que podem convencer alguns a esperarem um pouco mais para comprar.
O pior - e único sem solução - é a curta duração da bateria. Nos testes feitos na redação a bateria não foi muito além de 4 horas, isso utilizando o efeito 3D a maior parte do tempo. Rodar jogos antigos de Nintendo DS resulta em mais eficiência, mas, convenhamos, a tendência é usar mais os programas e cartuchos feitos para o próprio 3DS. Assim, a base carregadora acaba sendo importante, pois torna bem prático recarregar a bateria, basta encaixar o 3DS lá e esperar. Ainda assim, certamente é o aspecto que a Nintendo deve trabalhar com mais carinho nas próximas versões do aparelho - que não foram anunciadas, mas ninguém duvida que virão.
Seguindo adiante, a linha inicial de títulos é fraca, carente de grifes de peso da própria Big N, como um "Super Mario", "Zelda", "Donkey Kong" e até "Kid Icarus: Uprising", justamente o game que a empresa usou para apresentar o 3DS na E3 2010, lembra? Para piorar, nenhum dos cartuchos lançados traz opção de português como idioma. A questão até é atenuada pela rica biblioteca do antigo DS e também as divertidas funcionalidades que o aparelho - de fato, os games mais bacanas de lançamento são os que já estão na memória.
Por fim, neste primeiro momento o videogame ainda não conta com a loja online disponível, o que impossibilita de baixar jogos de DSiWare, aplicativos ou títulos antigos de Game Boy. Aliás, já fica aqui outra crítica: porque apenas o Game Boy monocromático no início, e não também o Game Boy Advance ou mesmo os consoles de mesa, a exemplo do Nintendo, Super Nintendo, Mega Drive e outros? A Nintendo deve ter suas razões, mas para o jogador fica a sensação de preguiça e desleixo.
A lista de títulos de lançamento do Nintendo 3DS nos EUA é extensa, mas de parte da Big N são poucas opções: em cartucho temos "Steel Diver", "nintendogs + cats" e "Pilotwings Resort", enquanto na memória do portátil já estão "AR Games" e "Face Raiders".
| AR CARDS DIGITAIS |
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Os jogos de Realidade Aumentada são divertidos, mas ficar carregando cartas é pouco prático. Uma forma de facilitar isso é copiar o arquivo com imagens dos cartões (disponibilizado pela Nintendo no site japonês da empresa) e colocá-lo no seu telefone celular ou tablet. O desempenho não é perfeito e varia em função da luz do lugar e aparelho, mas já quebra um galho. |
De resto, há opções da Ubisoft - como o mediano "Rayman 3D" e o competente "Asphalt 3D" -, o fraco "Ridge Racer 3D", "Pro Evolution Soccer 2011 3D" da Konami e o robusto "Super Street Fighter IV 3D Edition".
O game de luta da Capcom é facilmente uma das opções mais interessantes, não só pela grande quantidade de conteúdo (todos 25 lutadores e cenários das versões para Xbox 360 e PlayStation 3), mas também pelo efeito 3D competente e, principalmente, ser o único título dessa primeira leva com opção de partidas online, por meio da rede Nintendo WiFi Connection.
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